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Gabaritos/ Resultados

Eles deixaram grandes saudades!

Um dia eles chegam. Os olhinhos pequenos de pré-adolescentes procuram segurança. Um diretor careca, uma coordenadora de disciplina enorme. Tudo novo. Para alguns, a maior mudança de suas vidas acadêmicas até aquele momento. Vão ficando, conquistando, ocupando seus espaços, formando suas personalidades, momentos ruins, momentos bons. Não mais que de repente, eles são eles. Cada um é um. Centenas no pátio. Cada um com sua característica, cada um com sua forma de ser. Não existem dois iguais. Milhares passaram pelo colégio, milhares de experiências diferentes. E assim como aparecem, somem. Partem para novos desafios. Ficam as fotos nas paredes e novos desafios que jamais substituem os que se foram, nem melhores, nem piores, diferentes. A maioria volta para uma visita, já não é a mesma coisa. Nada substitui a vontade de ajudar de um e a confiança do outro. Esta é a mágica. A vontade de que sejam felizes, não para constar na galeria de troféus do colégio, mas por nos fazer felizes, vê-los felizes.Não sei até quando vamos resistir. Vamos deixar que eles se apresentem. Verdadeiras lendas vivas do Integrado Jaó. Se existe uma estrutura, um nome, uma reputação, ela deve ser creditada primeiramente a eles. Nossos heróis, que estudando à beira de um brejo, romperam barreiras, conquistaram os primeiros lugares. Os ídolos são eles, idolatrar professores ou colégios, é equivocado, são os alunos que fazem a diferença. Conheçam alguns deles a partir desta semana.

João Paulo Vieira Ramos

Se pudesse definir minha passagem pelo integrado, não pensaria no tanto de matéria que aprendi, como consegui passar no vestibular . O que me toca, e faz pensar adentro da época fantástica que se passa na vida, chamada adolescência e como meus atos produzidos naquela época refletem na minha capacidade tanto intelectual e pessoal.

Dentro deste mundo me criei, hoje a um ano de forma na Universidade , penso como o tempo passa rápido , e deixamos várias coisas para trás . Lembro-me dos professores, e suas aulas, principalmente suas piadas e seus jeitos. Como alguns dizeres deles, vêem a mente até hoje , quando necessito de me encontrar ,quando perdido, devido alguns fatos da vida.

Não aprendi só resolver uma equação, mas também como ter capacidade de resolver meus problemas. Que a Terra não é feita somente por minha pessoa, às vezes e preciso enxerga muito além do meu umbigo, e deixar de ter desejos, para se viver em sociedade, visando a criação de algo que traduz a essência desta palavra.

Confesso que no último dia de aula, achei que não sentiria tantas saudades, se tratava de algo recente, uma evolução natural, mas o tempo passa, e estando de fora, você sente o tão bom foi o tempo que jamais volta. Seja pela idade, também a dinâmica da vida. Momento célebre, foi quando vi um intervalo de aula (quando estudava ai se chamava de recreio), depois de quatro anos fora do colégio, foi como eu, estivesse me olhando mais jovem, a minha própria turma, você descobre, que, apesar de mudar salas, modernizar os métodos e tudo mais, os alunos não mudam. Você se pergunta, será que fui assim? Pensando bem, eu fui assim mesmo, daquela mesma maneira, e isso fez o que hoje sou. Produto das raízes que ali fixei e que continuam lá. Apenas agradeço de maneira sincera. Obrigado por me fazer o que sou, obrigado pela maneira suave, obrigado por fazer de mim um cidadão. Alguém que tem em si a virtude e a certeza de que sem honra e sem verdade, não existe realidade. Que meus atos devem ser pensados para que o amanhã seja o sonhado.

Apenas descobri que a escola imita a vida, de uma maneira amena, mas o conhecimento adquirido nela, te acompanhara pelo resto de sua existência. Pode-se tirar quase tudo de um homem: sua casa, sua felicidade, menos suas lembranças e sua aprendizagem. Por isso não tem como sentir saudades de algo mais ou menos de outro, pois fizeram parte de um processo natural de formação de um ser humano.
Obs: João Paulo hoje cursa o último ano de Engenharia Elétrica pela UFG.

Nádia Ribeiro Junqueira. 2002/2006.

Quando depoimentos são pedidos, e então nos remetem a uma reflexão, é engraçado pensar que nossa vida é feita de fases, cheia de mudanças, mas umas delas são mais determinantes e pautam um antes e depois. Uma dessas mudanças é o ingresso na universidade, que iniciou uma nova fase em minha vida e encerrou uma que foi marcada por onze anos no ambiente escolar do Jaó, e cinco no Integrado. Mas o melhor disso tudo é parar, olhar pra trás, e relembrar com tanto carinho tudo que foi ali vivido e como isso foi determinante para o que sou hoje e para o que faço.

A força de uma instituição em nossa formação já é muito grande, ainda mais considerando que metade do meu dia eu vivia ali, uma convivência tão intensa ou maior que com minha família. E só tenho que agradecer por ter sido ali onde me formei: um ambiente de respeito (em que sempre tive voz, mesmo quando com 40kg e 1,50 de altura) um lugar em que formei amizades pra lá de saudáveis que carregarei pra vida inteira, a inesquecível e inigualável relação com nossos professores e diretor.

E é tão interessante que não me lembro de stress! Todo aquele verde, ausência de barulho, os patos, os intervalos no chão tomando um sol... Mas apesar disso, tudo sempre foi feito com muita disciplina equilibrada com compreensão. Sempre fui cobrada, mas nunca pressionada, e quando não dava pra seguir todas as regras (as dezenas de vezes que cheguei mais tarde, sai mais cedo, faltei por conta de apresentações) sempre entendiam e apoiavam. Isso porque o Integrado sempre esteve presente na minha vida, não apenas escolar, mas pessoal, familiar, o que faz com que a relação torne – se muito mais tranqüila e agradável no dia-a-dia e que a preocupação dos professores e do diretor vá além de uma aprovação no vestibular. O Integrado é mais uma escola seguindo o sistema de vestibular, mas apesar disso, sempre admirei como conseguiu manter o objetivo da aprovação no vestibular com um respeito à vida emocional, pessoal e saúde do aluno.

Hoje em dia até as semanas de prova (seguidas de idas ao mercadinho para comer chocolate), as sexta – feiras à tarde com a bunda quadrada na carteira são lembradas com carinho, e como elementos fundamentais que me levaram até onde cheguei. Não tem como não rir lembrando das Gincucas, das apresentações de Frenéticas, Chacretes, do “Kid Parabéns e Asteriscos Selvagens” nos dias comemorativos, das boas festas juninas, a correria da formatura de oitava série, a vinda das meninas da Nova Zelândia, as freqüentes visitas à sala do Tucano: “Fala, Nádia Junqueira!” Já acostumado com minhas milhares de intervenções e reclamações que sempre foram ouvidas e muitas vezes acatadas. Além disso tudo, o Integrado foi especialíssimo em minha vida por ter me proporcionado uma das melhores oportunidades de minha vida e um dos momentos mais felizes que foi um intercâmbio cultural pra Nova Zelândia.

Poderia escrever muito mais, afinal, tive uma vida toda ali dentro daquela escola! Hoje, quando passo em frente à escola e vejo aquele prédio sinto nostalgia e boas lembranças: me vejo no Integrado e vejo o Integrado em mim. Hoje sou aluna de Filosofia na UFG e Jornalismo na UCG, vivo uma nova vida, uma nova fase, e que espero que seja tão doce e tão feliz, tão recheada de respeito, alegria, crescimento, conhecimento e amizades como vivi no Integrado.

Lucas Rezende Telles - 2004/2007

Diz o REI: "são tantas emoções". Isso resume muita coisa que passei ai com vocês. Vivi intensamente cada momento, deve ter sido por isso que o tucano perdeu os pequenos fio de cabelo dele. Rsrsrsrsrsrsrs.Amizades? Fiz muitas viu, professores como divino, cebola, Juscelon, Helenzitas , tio Tucas, tia Ângela, o “bundão” do Alberto, como ele me chamava, o Josué que já saiu e o inesquecível amigo Leopoldo.. (o palhaço..) hehe...... como isso faz falta viu? Só depois
que se perde, que se dá o verdadeiro valor e, é lógico, meus amigos de sala que foram companheiros comigo ate o fim.
Hoje faço faculdade de Ciências Aeronáuticas e com a responsabilidade daqui uns anos de transportar 52 milhões de dólares e 190 vidas lá atrás, e como tudo isso foi possível? Com a ajuda de cada um de vocês que me deu forças para montar um caráter e ter uma responsabilidade que hoje aprimoro cada vez mais para me tornar uma pessoa que vocês sonham em ver um dia:
Um comandante.
Grande abraço do "menino Leôncio"
Lucas Rezende Teles

Fabíola Pacheco Correia - 2003/2006

Entrei no Integrado na 8ª série e confesso: foi o colégio que eu estudei em que fui mais “bem recebida”. Estudei lá até o terceiro ano. Fiz muitas amizades, que conservo até hoje, mesmo já estando na universidade. Amiga de professores e até Diretor. O Integrado para mim é sinônimo de união, o aluno não é um mero número, existe uma boa relação dos alunos com os professores, coordernadores, diretor e funcionários. Porém, conflitos e discussões fizeram parte de todo esse processo. Mas, no final das contas sempre se resolvia tudo, nem sempre agradando a todos, porém sempre entrava em um consenso. Foram bons anos vividos ali naquele colégio “verde”, cresci, vivi, sofri no maldito terceiro ano, aprendi e amadureci. E, atualmente, faço Direito na Universidade Católica de Goiás (UCG). Sinto muitas saudades dessa época, mas dizem que nós só damos valor quando “perdemos”, não é mesmo? Mas, como diz o “tio tucas”: não sou ex-aluna, sou uma eterna aluna veterana. Só resta-me a agradecer ao “tio tucas” e à toda sua equipe fantástica!
Fabíola Pacheco Correia (nossa eterna Bibi).

 

Nosso terceiro estrelado em 2007. Estão conosco desde 2002. Eita turminha que já foi desunida. Hoje dá show. Já arrebentou na UnB (vários aprovados e um primeiro lugar), foi primeira colocada na cidade na primeira fase do Enem e se prepara para vôos ainda mais altos. Alguém mandou a foto assim estrelada. Será do jeito que sempre ficará em nossa memória.

 

Rafaela e Yara
Bárbara Muller em Vianópolis. Difícil de esquecer.
Erin Marin, unforgatable.
Janela da discórdia.
 
   
A nova geração do Integrado.
Lohane,nossa melhor cantora.

 

 

 

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