Pais e Professores
Sinal dos Tempos
Atualizado em 25 de outubro de 2007
Caros amigos e amigas
Já faz algum tempo que o Colégio Integrado Jaó
não só incentiva como promove programas de intercâmbios
no exterior para nossos alunos. Alguns pais torcem o nariz, acreditam
que quando mais cedo o filho (a) entrar na faculdade e, por conseqüência,
no mercado de trabalho, melhor será para ele. É comum
ouvirmos a frase dita com orgulho: “Meu filho estava na faculdade
aos 17 anos”. Pode ser realmente um ponto positivo, mas, os
números e as experiências que colhemos ao longo dos
anos que lidamos na área e o que lemos quase que diariamente
sobre o assunto, têm nos mostrado que esta não é
uma regra. Pode parecer estranho um diretor de um colégio
particular “jogar contra o próprio time”. Mas
o que temos colhido, e digo isso baseado com o que aconteceu dentro
de minha própria casa com minha filha Stephannie, me convencem
a permanecer no mesmo caminho. Se comercialmente não é
tão bom, para o aluno é uma experiência inesquecível
e não conheço nenhum pai que não fique feliz
com a felicidade saudável e produtiva do filho(a).
Stephannie, minha filha, hoje com 19 anos, era uma aluna fraca
em várias matérias, especialmente nas Ciências
Exatas, nunca havia sido reprovada, é verdade, mas passava
sempre raspando. Era competente em Humanas, mas não o necessário
o filtro de uma UFG ou UnB. Na terceira série não
tinha a menor idéia do que fazer e também nenhum compromisso
com coisas mais sérias da vida como o futuro, a família,
os horários, trabalho, etc.. Resolvemos então que
ela deixaria a terceira série pela metade, passaria um ano
na Alemanha, onde o ano letivo começa em setembro, e, depois,
retomaria seu caminho rumo à universidade. Ela adorou a idéia.
Assim foi feito. Não foi fácil ficar um ano sem ela,
pelos e-mails não foi nem um pouco fácil para ela
também. Mas a volta compensou. Dedicou-se com afinco nunca
visto ao segundo semestre. Aprovado, hoje está na UFG com
entusiasmo e dedicação e ainda trabalha no período
da tarde. Uma mudança e tanto. Talvez tivesse acontecido
de qualquer maneira, sem um ano longe da família em um país
de primeiro mundo, mas só podemos analisar o que de fato
aconteceu. Para ela, foi ótimo.
Tento convencer alguns pais a deixar que seus filhos tenham experiências
diferentes antes da universidade. Os dados me dão razão.
O índice de evasão da USP, para ficar só em
um exemplo, beiram 50%. Um absurdo dedicar três ou quatro
anos para entrar em uma universidade concorrida para depois simplesmente
abandonar o curso.
Nesta terça-feira, dia 16 de outubro, a Fovest, encarte
da Folha de São Paulo, trouxe uma feliz reportagem sobre
o tema. É esta reportagem que reproduzo a vocês agora.
Um abraço
Marcos das Neves Tucano
Folha de São Paulo - 16 de Outubro de 2007
ADIAR A DECISÃO DE PRESTAR VESTIBULAR PODE SER PRODUTIVO
A medida vale se ingresso na faculdade continuar como foco
Fernanda Calgaro
Da Reportagem Especial
Ter a chance de adiar o vestibular e a escolha da carreira provavelmente
é o sonho de boa parte dos estudantes do ensino médio.
Para quem tem a oportunidade de fazer essa pausa pode ser interessante
desde que não perca de vista o ingresso na faculdade, de
acordo com a avaliação de especialistas ouvidos pela
Folha.
Um intercâmbio no exterior e/ou um período de cursinho
no ano seguinte ao término do colégio são produtivos
não só para amadurecer a idéia de que curso
seguir em frente mas também para tornar a fase de preparação
para o vestibular mais tranqüila.
“Alguns alunos não se sentem aptos para fazer as
provas ou não estão seguros da carreira escolhida.
Então resolvem dar uma parada. O importante é nunca
desviar o foco da universidade”, avalia Silvana Leporace,
coordenadora do departamento de orientação educacional
do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.
Com o tempo, a probabilidade de tomar uma decisão mais
consciente e acertada aumenta e, assim, diminui a evasão
no ensino superior por descontentamento com a carreira.
“É uma fase bastante confusa para o estudante, que
se vê diante de muitas opções, inclusive de
cursos novos, alguns ainda meio desconhecidos”, pondera Marisa
Ester Aldecoa Rosseto, assessora psicopedagógica do ensino
médio do Colégio Marista Arquidiocesano, em São
Paulo. Para ela, decidir pela viagem ou o cursinho no outro ano
não quer dizer que esteja fugindo das obrigações.
“O jovem sabe que terá de resolver este assunto no
futuro”.
A orientadora profissional Maria Ana Marabita, mestre na área
pela Unicamp, lembra que as vantagens e desvantagens sempre existem
ao se fazer escolhas. “Mesmo que isso gere angústia
e ansiedade no jovem, essa situação será importante
para encarar responsabilidades, riscos, conseqüências
e possibilidades de perdas e ganhos. Isso é fundamental para
qualquer indivíduo: fortalece os enfrentamentos diários
e constantes, inclusive para os vestibulares”. No entanto,
ela dá um conselho: “Não se deve adiar oportunidades
apenas para não se estressar ou por medo de fracassar”.
Outro aspecto relevante é a participação
da família na decisão. O diálogo entre pais
e filhos deve ser aberto e os benefícios de adiar o vestibular,
ponderados, inclusive por causa da questão financeira.
“A família deve estar de acordo em deixar a pressão
e a cobrança de lado por um tempo. E o estudante temque entender
que, após o intercâmbio, voltará ao ritmo de
estudos normal”, ressalta Osmar Antônio Ferraz, coordenador
de vestibular do Colégio Bandeirantes.
O período de intercâmbio, na opinião dele,
deve ser de, no máximo, seis meses. “Assim, o estudante
consegue estudar no outro semestre para as provas”.
Incógnita
A profissão que irá seguir é uma incógnita
para Yasmim Yumi Kinoshita da Silva, 17. No último ano do
ensino médio, ela afirma gostar das áreas de humanas
e biológicas, mas não está nem perto de se
decidir.
“Acho Educação Física interessante,
mas também não me vejo depois de formada trabalhando
nessa área”. Yasmim conta que explicou a situação
aos pais, que concordaram com ela sobre a viagem no ano que vem.
“Assim, consigo focar na escola agora e depois tiro um tempo
para pensar no que fazer”, explica. O destino ainda é
incerto. Talvez Estados Unidos. Mas isso é algo que ela poderá
escolher sem pressa.
Universitária mudou de planos após a viagem
Se não fosse pelo intercâmbio na Austrália,
Beatriz Genta dos Santos, 21, poderia hoje ser uma estudante de
arquitetura em vez de publicidade.
Os seis meses no exterior e os seis meses de cursinho depois do
ensino médio foram decisivos para a universitária.
“Eu ainda estava em dúvida quando terminei a escola,
mas, mesmo assim, prestei para arquitetura. Na volta, tinha certeza
de que era publicidade que gostaria de estudar”, afirma a
primeiranista da faculdade Cásper Líbero.
Quando olha para trás, Beatriz avalia que aquele momento
escolhido para viajar foi oportuno. “Foi bom para ‘desestressar’
um pouco”, relembra.
No entanto, ela conta que voltou da Austrália sem se lembrar
quase nada do conteúdo escolar. “Perdi muita coisa,
mas depois consegui recuperar no cursinho”.
VIVÊNCIA EM OUTRO PAÍS CONTA PONTOS
Na hora de buscar emprego, isso pode ser o diferencial.
A experiência de morar e estudar no exterior pode trazer
benefícios tanto no campo pessoal como profissional. O contato
com culturas e realidades diferentes é valorizado pelo mercado
de trabalho.
“Na hora de procurar um estágio, esse jovem pode
sair na frente de seus concorrentes”, analisa Silvana Leporace,
do Colégio Dante Alighieri. “No entanto, ele não
pode esquecer que esse mesmo mercado irá exigir dele uma
graduação”. O enfoque do intercâmbio deve
ser o estudo. No caso de quem já for fluente em inglês,
por exemplo mas busca a experiência de morar fora, pode optar
por um curso da mesma área da carreira que pretende seguir.
Livros e surfe
É o que irá fazr Thales Mascarenhas, 17, que terminou
o ensino médio no final deste ano e se prepara para estudar
marketing na Austrália em 2008.
“Quero fazer faculdade de jornalismo aqui no Brasil e acho
que o técnico em marketing será útil para a
profissão”, avalia. Na volta do curso de um ano, ele
prevê uma certa tensão no ar: “Meu pai quer que
eu passe direto, sem fazer cursinho”. Até lá,
porém, a atenção dele estará voltada
para a adaptação ao lar temporário do outro
lado do mundo. “Escolhi a Austrália por ter um clima
parecido com o do Brasil”, conta ele que, além de estudar,
pretende trabalhar meio período e surfar no restante do tempo.
Matéria do g1 - Portal do Grupo Globo
03/10/2007 - 18h50 - Atualizado em 03/10/2007 - 22h03
Pais entram na Justiça para que filho seja reprovado.
Para a família, garoto da 4ª série teria
defasagem no ensino.
Caso está em Jundiaí, no interior de São Paulo.
Simone Harnik Do G1, em São Paulo entre
em contato
Os pais de um estudante da quarta série do ensino fundamental
entraram na Justiça para que seu filho fosse reprovado. Para
os pais, a criança, que estuda em uma escola municipal de
Jundiaí (a 60 km de São Paulo), tem muita dificuldade
com os textos e com matemática e não teria condições
de chegar à quinta série.
O processo mostra a resistência da família contra
a progressão continuada (aprovação automática)
implantada na rede pública. Saiba como funciona a progressão
continuada.
A ação corre em segredo de Justiça e nem
o nome da criança nem a escola foram divulgados. No entanto
a advogada dos pais procurou o Ministério Público
de Jundiaí e relatou o caso.
“A diretora da escola concordou com a mãe do garoto
[de que ele tinha deficiências no estudo], mas disse que não
podia fazer nada”, contou o promotor da Infância e Juventude
de Jundiaí, Mauro Vaz de Lima. “A diretora ainda disse
que o filho poderia ser reprovado por faltas. Só que, se
o filho faltasse muito na escola, a mãe seria procurada pelo
Conselho Tutelar”.
Para o promotor, esse tipo de ação tem fundamento.
“Existe o princípio de que a criança tem direito
a uma educação de boa qualidade”, afirma. “Nesse
processo, o que é necessário é detectar se
existe mesmo essa deficiência de aprendizado do aluno por
educadores”, explica.
A Secretaria de Educação de Jundiaí afirmou,
entretanto, que o processo já foi extinto e que não
há mais pedido para reprovação. “Tivemos
um caso em que foi feito o pedido e a família desistiu da
ação”, afirmou Solange Miguel Almeida Souza,
diretora de Administração Escolar no município.
No entanto, o G1 confirmou com o juiz do processo, Jefferson Bardin
Torelli, que a ação continua em andamento.
Dentro do mesmo assunto (manchetes do portal da Globo).
1 - Para professores, progressão continuada contribui para
violência.
2 - Para o Ministro da Educação Fernando Haddad, progressão
continuada pode comprometer a qualidade do ensino.
3 - Comissão da OAB-RJ busca solução contra
aprovação automática.
4 - Rio volta atrás e retira aprovação automática.
5 - Sepe vai a Justiça contra aprovação automática.
6 - Professores lutam contra aprovação automática
de alunos no Rio.
Observação da direção do Colégio
Integrado Jaó
O governo, ao contrário de melhorar o ensino público,
cria mecanismos que acabam por piorá-lo ainda mais na tentativa
de mostrar números positivos à qualquer custo. A aprovação
automática é um incentivo para que o aluno não
estude. Outra atitude questionável é a criação
de cotas para alunos egressos da escola pública nas universidades
federais. As universidades federais conseguem às duras penas
(e muito dinheiro do contribuinte, isso é, nosso dinheiro)
manter uma qualidade elogiável. Ao contrário de mudar
o que está dando certo, o governo deveria consertar o que
está errado, ou seja, o ensino público fundamental
e médio. O ideal seria vivermos em um país onde as
escolas particulares fossem apenas uma opção, e não
uma necessidade. Como diretor e proprietário de uma escola
particular, gostaria de coração de ser diretor de
uma boa escola pública, onde, ao mesmo tempo que eu, professores
e funcionários, pudéssemos receber um salário
digno pelo nosso trabalho, as oportunidades também fossem
democráticas para aqueles alunos que realmente querem estudar,
independente do aspecto socio-econômico. Só assim faremos
desse país uma grande nação.
Marcos das Neves Tucano
Mais fitoplâncton, menos efeito estufa!
Reportagem da revista Veja de 03 de outubro de 2007
Herói entre os ambientalistas, criador da Hipótese
Gaia, que concebe o planeta Terra como um ser vivo,
o cientista inglês James Lovelock deu na semana passada sua
contribuição às megassoluções
para o aquecimento global. Sua proposta é aumentar a quantidade
de microalgas conhecidas como fitoplâncton na superfície
dos oceanos. O fitoplâncton tem dois importantes papéis
no combate aos danos causados pelo efeito estufa. O primeiro é
absorver em grandes quantidades o dióxido de carbono (CO2),
enquanto libera oxigênio. Embora corresponda a apenas 2% da
flora da Terra, o fitoplâncton produz 48% do oxigênio
gerado diariamente no planeta. A segunda contribuição
desse vegetal contra o aquecimento vem dos gases que ele libera
ao morrer e se decompor. Esses gases contêm moléculas
que, ao chegar à atmosfera, funcionam como núcleos
ao redor dos quais se formam as nuvens, anteparos naturais que filtram
e refletem parte da radiação solar, reduzindo o aquecimento
da Terra.
Para estimular a multiplicação do fitoplâncton,
Lovelock sugere que se instalem nos oceanos tubos gigantes, de 10
metros de diâmetro, munidos de válvulas que funcionariam
como bombas de sucção. O equipamento levaria continuamente
para a superfície águas que se encontram na faixa
entre 100 e 200 metros de profundidade. Essas águas geladas
e profundas acumulam grandes quantidades de matéria orgânica
em decomposição, o que as torna extremamente ricas
em nutrientes.
Nos Estados Unidos, um projeto semelhante já foi implantado.
A empresa de tecnologia Atmocean usa bombas de forma experimental
em regiões do Atlântico Norte para aumentar a riqueza
da vida marinha e a produtividade da pesca. A bióloga Sonia
Gianesella, do Instituto Oceanográfico da Universidade de
São Paulo, diz que a sugestão de Lovelock pode ampliar
os efeitos positivos do fenômeno natural conhecido como ressurgência.
Através dele, as águas profundas dos oceanos entram
em contato com as águas rasas, melhorando as condições
de desenvolvimento da fauna e da flora marinhas próximo da
superfície. Esse fenômeno é comum nas regiões
costeiras, onde as características topográficas e
os ventos permitem maior movimentação das águas.
Nas zonas de mar aberto, sua ocorrência é rara.
Gardner
e as Inteligências múltiplas
Marcos das Neves Tucano
Infelizmente a escola, em qualquer lugar no mundo, valoriza o processo
que pode ser medido em provas onde os instrumentos são o
lápis/caneta e o papel. É mais fácil de elaborar,
aplicar, mensurar e corrigir. Mas, na vida profissional, outras
habilidades (inteligências) são tão importantes
quanto àquelas que podem ser externadas pela grafia. Na escola,
uma pessoa anti-social pode perfeitamente ser o destaque da sua
sala, mas em uma empresa, dificilmente ele conseguirá esta
proeza caso conte com a antipatia de todos.
Em meados dos anos 80, o americano Howard Gardner trouxe a discussão
a teoria das múltiplas inteligências, imprescindível
nos dias de hoje para o processo de ensino e aprendizagem (duas
coisas totalmente diferentes mas que se completam). Veja quais são
as diversas inteligências definidas por Gardner.
Inteligência lingüística: É
a habilidade para usar a linguagem para convencer, agradar, estimular
ou transmitir idéias.
Inteligência musical: Inclui discriminação
de sons, habilidade para perceber temas musicais, sensibilidade
para ritmos, texturas, timbres e habilidade para produzir e/ou reproduzir
música.
Inteligência lógico-matemática:
é a habilidade para explorar relações, categorias
e padrões, por meio da manipulação de objetos
ou símbolos e para experimentar de forma controlada; é
a habilidade para lidar com séries de raciocínios,
para reconhecer problemas e resolvê-los.
Obs: as inteligências lingüística e lógico-matemáticas
são as que mais facilmente podem ser medidas através
de testes escritos, daí serem fundamentais para a aprovação
de alunos em processos seletivos. Garantem a aprovação,
mas nem sempre garantem o sucesso na profissão.
Inteligência espacial: É a habilidade
para manipular formas ou objetos mentalmente e, a partir das percepções
iniciais, criar uma tensão, equilíbrio e composição
numa representação visual ou espacial.
Inteligência cinestésica: É
a habilidade para usar a coordenação grossa ou fina
em esportes, artes cênicas ou plásticas no controle
dos movimentos do corpo e na manipulação de objetos
com destreza.
Inteligência interpessoal: Essa inteligência
pode ser descrita como uma habilidade par entender e responder adequadamente
a humores, temperamentos, motivações e desejos de
outras pessoas.
Inteligência intrapessoal: É o reconhecimento
de habilidades, necessidades, desejos e inteligências próprios,
a capacidade de formular uma imagem precisa de si próprio
e a habilidade para usar essa imagem para funcionar de forma efetiva.
Todos nós temos todas as sete inteligências descritas
por Gardner. Algumas mais desenvolvidas, outras menos. Este conjunto
de inteligências, cada uma em um diferente grau, é
que forma o mix, um conjunto único, que dará cara
à nossa personalidade pessoal e profissional. Podemos lapidar
algumas de nossas inteligências, desenvolvendo os aspectos
menos privilegiados e explorando ao máximo o que temos de
mais apurado. A capacidade de usarmos nosso mix de inteligências
à nosso favor já seria como se tivéssemos uma
oitava inteligência.
É importante entender e aceitar que nossos alunos são
assim. Nem todos são dotados de uma inteligência lógico-matemática
apurada, sendo assim, terá extrema dificuldade com as ciências
exatas. Assim como outros não são tão brilhantes
na inteligência lingüística e, assim sendo, não
serão destaque em Analise Literária, Português
ou Literatura.
Mas é importante saber que todos possuem as sete inteligências,
mais ou menos desenvolvidas, mas nunca ausentes. Infelizmente, em
sala de aula, só temos como trabalhar diretamente duas delas,
mas podemos incentivar através de nossa vivencia como seres
humanos, outras duas ou três.
Um feliz 2007
Atenciosamente
Marcos das Neves Tucano
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